Fibras óticas de plástico podem aumentar velocidade da WEB em até 50 vezes

27 01 2008

(Fonte: G1)

A tecnologia não para de evoluir nunca.

Os europeus desenvolveram um novo tipo de fibra ótica mais barata e flexível do que a tradicional, de vidro. A fibra ótica de plástico é ideal para pequenas distâncias, apenas o suficiente para interligar a casa do usuário com o poste na rua, trecho que hoje normalmente é feito através dos tradicionais fios de cobre, maiores responsáveis pelo “gargalo digital” atual.

Os fios de plástico são mais flexíveis do que a fibra ótica de vidro, podem acompanhar fiações elétricas sem interferência de sinal (o que acontece com os fios de cobre), e são baratos.

A tecnologia ainda está sendo aprimorada e, em breve, estará disponível no mercado em escala industrial.

Taí uma ótima oportunidade de mercado. Se os europeus possuem dificuldades com a fibra ótica tradicional, então imagina aqui no Brasil! Resta apenas saber se esse plástico aguenta as altas temperaturas de nossa pátria tupiniquim, outra oportunidade para pesquisas nesta área.





Comércio eletrônico atinge 57% da web doméstica no Brasil

22 01 2008

(Fonte: marketing.com.br)

A matéria, repleta de dados estatísticos importantes, retrata uma tendência bastante favorável ao comércio eletrônico no Brasil. O internauta brasileiro está mais confiante e efetua mais compras por meio do comércio eletrônico.

Bom, isso a gente vê na prática com nossos amigos. Vários deles me pediram algum tipo de ajuda ou conselho no final do ano passado para escolher ou comprar algum tipo de produto através de sites como a Americanas.com, Submarino ou Shoptime.com.

Aliás, nunca é demais lembrar que o Americanas.com, o Submarino e o Shoptime são todos sites de comércio eletrônico DA MESMA EMPRESA, cada qual para um segmento diferenciado de público.

Fatores que favorecem o crescimento do comércio eletrônico no Brasil:

1) Acesso à internet mais facilitado, inclusão digital, notebooks nas escolas

2) Incentivo à visitação e uso de sites de comércio eletrônico nas faculdades e universidades.

3) A comodidade de se adquirir um produto sem sair de casa.

4) Segurança eletrônica com níveis mais confiáveis.

5) TV Digital e a consequente reinvenção do merchandising televisivo

6) A molecada da geração Internet que está chegando aos poucos à idade de consumo.

Só esse último fator atesta uma fortíssima tendência para o crescimento do comércio eletrônico nos próximos anos. A galerinha que nasceu junto com o boom da Internet (1995..2000) agora está chegando à adolescência. Estão podendo tomar suas próprias decisões e fazer suas próprias compras. Essa geração já nasceu sabendo lidar com computadores e navegar na Internet. São diferentes de nós, velhos dinossauros, que precisamos nos acostumar e nos adaptar ao mundo virtual. O internetês é sua primeira língua. Eles aprenderam a teclar no MSN antes de ler e escrever. O teclado é sua caneta, o monitor é seu papel. Parece até que eles já usavam celular lá na barriga da mãe, ainda antes de nascer. Qualquer garoto de dois anos de idade sabe ligar um computador e iniciar sozinho aquele joguinho de coelhinhos e bolinhas coloridas que eles adoram. E dão um banho na gente na questão de habilidade com o mouse e teclado.

Pois é, essa galerinha tá virando adolescente. Aborrecentes, dizem as más línguas.  E eles não estão sozinhos: possuem centenas de amigos virtuais no Orkut, um sitezinho de relacionamentos que jogou o e-mail para a beira da obsolescência. Mas eles estão entrando no mercado, e com tudo. Já é bem difícil controlar as despesas com celulares e parafernálias eletrônicas. Mas não tem jeito. Agora eles possuem cartões de crédito através dos quais recebem e gastam sua mesada, e com eles podem comprar qualquer coisa pela Internet. De qualquer lugar do mundo. Com entrega na porta de casa.








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