Segundo a reportagem, o juiz federal Carlos Alberto Simões de Tomaz considera o jogo nocivo à saúde, juntamente com o jogo de RPG on-line Everquest, também proibido.
Pronto, virou o maior bafafá. Pela internet conversei com várias pessoas a respeito desta notícia, cada um deu uma opinião:
1) O juiz só quer aparecer e se auto-promover. Que ninguém se espante se ele se lançar candidato a algum cargo nas próximas eleições.
2) A decisão é correta, como forma de diminuir a incitação de nossos jovens e adolescentes à violência.
3) Um verdadeiro tiro na água, visto que não adianta proibir a comercialização do jogo se ainda é permitido que as Lan-Houses disponibilizem-no para a recreação da garotada.
4) Seria necessário então proibir a venda e locação de jogos violentos, venda e locação do Tropa de Elite, bem como de todo e qualquer tipo de filme policial ou de pancadaria, tirar da internet todo conteúdo violento, proibir veiculação de música que incite à violência, proibir bailes funks, desativar máquinas de luta nos fliperamas e por aí afora.
Apesar de ser partidário da não-violência, na minha opinião pessoal não é com esse tipo de proibição que se resolve o caso. A violência é um problema social grave e só pode ser combatida lá na sua origem: a família, a educação, os círculos sociais, e os resultados de ações realizadas agora só terão efeito visível daqui a dez, quinze ou vinte anos. Como é óbvio que a repressão à violência é mais interessante para o governo que a prevenção da mesma, é melhor não esperar que nossa sociedade seja um paraíso nas próximas gerações.
Fica apenas uma sugestão: fujam das grandes cidades. Em cidades menores, você poderá educar seu filho sem ter que disputá-lo com traficantes, ladrões e etcéteras.